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Atividade Plástica e Educação
Evolutiva
O que entendemos por atividade
plástica?
Chamamos atividade plástica todas
aquelas atividades que integram a expressão de cor e forma, seja
bidimensional (plano), ou volume.
Ao trabalhar com a luz (que é a essência da cor), e a forma (que é a
essência da plasmação), estamos trabalhando a nível interno do ser com
todos aqueles aspectos que tem a ver com o nível de consciência mais
sutil, aquilo a que chamamos alma, entendendo por alma a malha
energética que armazena as memórias da experiência que temos realizado
como espírito ao encarnar neste espaço/tempo chamado Planeta Terra...
Trabalhar com a atividade plástica
supõe sempre um grande impulso para ajudar a integrar os conteúdos de
consciência que se vão trabalhando no sistema educativo, ao mesmo tempo
é uma grande aliada para ajudar a ampliar o conhecimento mesmo. Quer
dizer, ao poder plasmar o desenho, a colagem, volume, etc.
Aprofundamos nos conteúdos para poder
aterrizá-los, apalpá-los e integrá-los em nós mesmos para poder também
representá-los fora de nós. O processo educativo respaldado com a
atividade plástica é um grande reforço para a integração da consciência.
As fases pelas quais se passa para completar uma representação plástica
são:
Há várias formas de realizar a atividade plástica; contribuímos aqui com
sugestões que nos tem servido, lembrando que é sempre belo abrir-se a
novas criações.
Contemplação de obras já criadas:
É um trabalho que parte do reconhecer que há obras artísticas já criadas,
cheias de conhecimento e informação expostas a ser compreendida para
aplicar no processo de vida de cada um. Algumas com códigos que são
fundamentais para o processo que se vive a nivel de humanidade, e a
maioria delas com contribuição ao processo interno de cada ser,
impulsionando o desenvolvimento humano.
Para realizar este trabalho, nos
baseamos em certos passos:
*Conexão interna prévia:
antes de iniciar a contemplação, toma-se uns minutos para sentir-se a si
mesmo.
*Ser objetivo, quer dizer, não
deixar-se levar por juízos a respeito da obra, sendo melhor ir pelo
objetivo: ponto de mais luz, formas e expressões, tema central, etc.
*Tomar notas do que vai se
compreendendo (assim se solta essa compreensão, permitindo estar
novamente no vazio).
Ao desenvolver esta atividade plástica
de contemplação, alem de compreender e encher-se de conhecimento (dependendo
das obras que se observam), estas desenvolvendo a expansão da
consciência.
Estar sempre atentos a qualquer obra criada é uma linguagem que está se
comunicando e é sempre bom ter em conta que a obra tenha a vibração de
harmonia presente. (Que não gere repúdio nem sejam imagens violentas,
pois também constituem um alimento para as idéias mentais... é bom fazer
uma “dieta mental”).
Criação livre:
Sejam quais forem os materiais, é uma atividade muito bela e nutrida com
a riqueza da experiência que brinda o poder dispor de variedade e estar
ao estar enfrentando a experiência de criar.
Como pauta, tenhamos em conta que não existe estímulos externos
distorcendo o ambiente de trabalho. Tenhamos em conta que o ambiente de
trabalho esteja em harmonia, tranqüilo.
Favorecer o silêncio, permitindo que cada um possa introduzir-se em sua
obra e compenetrar-se nela.
Criação sugerida:
É o criar (seja qual for o material),
a partir de uma pauta indicada. Serve para completar a integração do
conhecimento que se tenha trabalhado nesse dia. Alem do mais é uma
atividade que ajuda a distender a pressão que a pessoa tenha
experimentado com o tema a trabalhar, aliviando assim o processo ao
aprender através da recreação.
Mandala:
É o realizar um desenho no limite de um círculo. A contribuição entregue
nesta atividade é que incentiva a concentração e ativa a consciência de
unidade.
Pode-se dar em várias modalidades:
Livre: criar um desenho livre, sem pauta
fixa.
Sugerido: a partir
de um tema, expressá-lo num desenho.
Já criado: colorir
sobre uma imagem já criada que cumpre um propósito determinado.
Liberação plástica:
É um trabalho que permite desafogar sem nenhuma restrição tudo o que a
pessoa precisa desalojar de si mesma. É utilizada quando se está com
emoções ou pensamentos que alteram o estado de harmonia do ser, dando
“carta branca”, para expressar e jogar fora tudo aquilo que está
reprimido provocando moléstia interna.
Neste trabalho é IMPORTANTÍSSIMO NÃO VALORAR NADA; não existe o “lindo”,
o “feio”, tudo é expressão pura do que está dentro e simplesmente se
deixa sair fora.
Quando a tensão tiver saído, e a pessoa se sente melhor, então se pede
que sobre O MESMO DESENHO comece a decorá-lo, buscando conquistar no
desenho a harmonia. E nesse processo vão se recebendo códigos a nível
interno (nem sempre conscientes), para harmonizar-se e poder assim fluir
melhor na experiência que está se passando.
A partir da Educação Evolutiva estamos
permanentemente trabalhando com a contribuição da arte, e abertos a
compartilhar experiências e colaborações...
Não tenha dúvidas em escrever-nos e
compartilhar...
Documento
pertencente a Rede de Educação Evolutiva. A reprodução é permitida se
respeitando a fonte original: Irdinave, Educação Evolutiva.
Tradução e edição:
sandraferris@globo.com |
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Para Mayor Información, contactarse a:
Info@EducacionEvolutiva.org
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