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Dificultade de Aprendizagem
Antes de começar a ler este
artigo, sugerimos ler o artigo Dificuldade
de Aprendizagem parte um .
Alem de conhecer as
sintomatologias de cada dificuldade, é necessário conectar com a
consciência que cada uma delas expressa, desta forma é mais fácil ter
acesso a cura mais casual.
Quer dizer, a mente e o
impulso de seu Ser, seguem num tempo diferente do tempo tridimensional
neste momento atual. Esta sintomatologia é mais comum ultimamente porque
nós, como planeta, estamos num processo de mudança de freqüências, em
que as novas ondas do tempo seguem um ritmo mais sutil, o que se traduz
como maior freqüência vibratória. O ser das crianças do novo tempo vem
com este funcionamento, mas como ainda estamos numa freqüência mais
densa, se produz um choque de realidades. O menino ou menina custa a
adaptar-se a esta realidade, e por outro lado precisa ativar o ritmo
mais veloz para sustentar a mudança.
Também, em outros casos a
perda de atenção pode corresponder a uma evasão da realidade, em que,
nesse caso seria preciso se aprofundar na causa, que pode corresponder a
problemas familiares, ou de problemas em sua sociabilidade, ou outro.
Pelo qual é sempre recomendável, conhecer a história da criança e ver a
dificuldade de seus pais. Oferecer um clima de confiança para que possa
expressar seus conflitos e compreender que o que para eles é um
verdadeiro conflito, para outro pode parecer absurdo, porem, aqui o que
importa é a vivencia interna da criança.
Para trabalhar com esta dificuldade de aprendizagem, (com ou sem
hiperatividade) ajuda:
-
Focalizar-lhes na zona frontal
(entre as sombracelhas), fazer-lhes uma conexão guiada, na qual
levam a atenção para ali e visualizam um triangulo de luz azul violeta,
permitindo que nele se absorvam os pensamento e idéias que possam
distorcer a conexão com seu espírito. Respirar neste triangulo, para
focalizar a atenção. Este simples exercício lhes ajuda a “limpar” a
mente, o qual traz como conseqüência maior focalização nas atividades a
realizar.
- Ajudar-lhes a conectar-se com seu corpo físico:
através de exercícios físicos e movimentos, observar o corpo e
descobri-lo. É como se o ajudassem a “chegar” ao Ser ao Corpo. Trabalhar
com movimento corporal de diferentes formas e em que se sinta mais afim.
(ver artigo sobre movimento).
- Estabelecer a conexão com o presente:
É um ponto básico, simples e muito descontraído. O Presente é na
realidade o único que EXISTE... É difícil aceitar isso, mas desde que o
passado já foi e o futuro ainda não chegou, então o que É, é presente.
Ainda que nossa mente, de forma especial o hemisfério esquerdo, se
esforce em trazer permanentemente o passado ao futuro para condicionar o
presente. É neste ponto que se produz desorientação e perda de atenção.
Isto se passa com todos nós, mas ao estar num processo de aprendizagem
direcionado, como é a escola, começa a entorpecer. Portanto, ele permite
aos meninos e meninas viver o presente, acontece que as vezes, através
de múltiplos estímulos (TV, Radio, Musica, Internet, publicidade, etc.)
se “bombardeia” a atenção e ele produz uma saída rápida do presente.
O presente é o estado natural
do hemisfério direito, e este se conecta através da percepção dos
sentidos:
*Levar a atenção a vista,
observar o entorno, até encontrar algo que te chame a atenção. Uma vez
ali COMTEMPLA (quer dizer: observa esse objeto, suas formas, cores,
movimento (por mais sutil que seja), em seguida tenta “ingressar o
objeto”). Quer dizer, através da respiração imaginas que vais
introduzindo-te naquilo que observas. Caso entrem pensamentos, volte a
sentir a respiração e concentra-te no objeto observado.
*Também podes experimentar
levando sua atenção aos sons ao teu redor, e senti-los, escutar...
Ingressar nos sons e pouco a pouco permitir que você e os sons sejam num
mesmo compasso.
*Levar a atenção às mãos,
sentir seu tamanho, temperatura, acariciar suavemente alguma parte de
teu corpo e sentir o contato da pele. Permanecer no sentir e abrir-se a
sentir o “roçar da brisa” no rosto, simplesmente sentir.
A conexão com o presente,
parte do não ESPERAR SENTIR NADA ESPECIAL...
Simplesmente ter a experiência de perceber e isso te leva a ser.
-
Contato visual: Uma ferramenta muito simples é pedir a
criança que te olhe nos olhos, estando você conectada (o) com seu
coração, com a certeza do que queres transmitir-lhe. Quando conectares
com seu olhar, peça-lhe que sustente todo o tempo o olhar enquanto lhe
transmite o que queres.
- Primeiro descartar que o
conflito não seja com a forma de ensinar da professora ou professor, ou
por falta de motivação com o tema.
- Depois, observar o tipo de
inteligência que a criança expressa com mais freqüência (ver
inteligências multiplas) e buscar uma forma pedagógica
que utilize como recurso principal esta inteligência. Quer dizer que,
por exemplo, se o problema é com a escrita e depois de observar a
criança, nos damos conta que tem uma inteligência prática, então podemos
buscar algo que fazer na escola (como um espaço para lixeira, ou
cabides, etc.), e nessa atividade conectar com a necessidade de ter
escrito os passos que estamos seguindo, e permitir que na medida que vai
fazendo uma atividade física, vai escrevendo, quer dizer não levar o
caderno a carpintaria e sentar-se a escrever... Senão em meio do fazer,
pode ir escrevendo, resgatando formas de melhorar essa ação. Entende?
Uma vez mais, nos leva a um grande desafio... o desafio de poder ensinar
um conteúdo em qualquer lugar e com qualquer recurso para ser captado
por múltiplas inteligências (pois há varias crianças na classe), isso
nos impulsiona em nossa formação profissional e busca de criatividade no
ensinamento.
- Se ainda persistir a
dificuldade é possível que haja um bloqueio ante o que está de fundo
nesta matéria, por exemplo, se é a escrita tem que se ver o que está
acontecendo com a comunicação nesta pessoa, se é em ciências, ver o que
se passa ante o conhecimento e investigação, etc. Temos encontrado que o
problema é proveniente de memórias do inconsciente da pessoa nas quais
ela absorveu um trauma ante esta atividade ou que tenha traduzido como
trauma, gerando um repudio inconsciente.
Os meninos e meninas com Autismo;
igualmente estão em um processo de aprendizagem e serviço, que inclusive
implica a família inteira. Normalmente nestes casos nos apoiamos em
ferramentas terapêuticas que trabalham no nível do inconsciente para ir
curando os bloqueios. Recomendamos a terapia da alma (Acatana),
na qual se pode conectar com o propósito da experiência do ser,, curando
e compreendendo as aprendizagens pendentes. .
La Terapia floral, homeopatía,
terapia musical, são de muito apoio.
Recomendamos o trabalho com
instrumentos musicais, estabelecer o vínculo através de objetos de
interesse comum, quer dizer, o docente, o pai ou a mãe toma a flauta e a
toca, isso interessará a criança, porem pela sua condicionante não se
vinculará contigo, senão com a flauta... Neste caso agradece a flauta
por se fazer de “mediador” de comunicação... Quanto a musica
recomendamos especialmente a musica de Mozart.
Cada ser é único e insubstituível, portanto, o mais importante é
poder conectar de forma profunda com cada um e se está em seu coração,
deixa que a fonte de sabedoria interna se abra e emane dela a chave
precisa no momento oportuno.
Aceitar para reconhecer a experiência e conectar com a estratégia
correspondente.
Se precisas de mais informação
ou orientação específica, conta-nos sua situação, e se estiver ao nosso
alcance, com prazer te apoiaremos...
Para maiores informações entre em contato com:
info@educacionevolutiva.org
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Para Mayor Información, contactarse a:
Info@EducacionEvolutiva.org
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